Cali: calor humano e alegria na terra da salsa!

Sabíamos que nosso ano-novo não seria como os da Bahia – não só por causa da distância do mar, mas sim porque na Colômbia esta data se passa em casa, com a família. Então, para termos um reveillón o mais festejado possível, decidimos fazer uma parada em Cali, a Capital da Salsa!

Começamos buscando a lista de hostels no Despegar, olhando por “ordem de preço”, rsrrsrs. Nos servia quaaalquer quarto compartilhado, mas tivemos sorte porque logo na primeira opção estava o La Subida Hostal, com camas em dormitório a 20,000 COP por pessoa e o quarto de casal a 50,000 COP os dois juntos. Resultado: Deu pra dormirmos agarradinhos <3.

Dia 30 de Dezembro

O mais louco é que o site não mostrava fotos, e o bairro não era nem San Antonio, nem El Peñón, os dois que nos haviam recomendado, então chegamos lá com expectativa zero. Nossa alegria foi ao ver que, apesar de simples, o hostel era limpo, bem localizado e tanto os hóspedes quanto o dono, David, tinham muito boa energia. O bairro era super massa, e logo depois de almoçarmos e limparmos a louça, saímos para conhecer – caminhando.

Queríamos ir ao tal “Gato do Rio”, e chegamos lá em 5 minutos com a ajuda do Google Maps (que não nos advertiu sobre o calor…:p). Nos encantamos com as esculturas feitas por Tejada.

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As gatas enfeitadas eram muito charmosas, e os nomes e textos que as acompanhavam, muito criativos (jogou dez, redator(a)!).

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Dali, seguimos mais uma vez o Google Maps (que também não advertiu a presença de ladeiras :p) e chegamos à igreja de Santo Antônio, uma pequena colina de onde se vê toda a cidade (Aracaju, qualquer semelhança é mera coincidência :D).

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Igreja de Santo Antônio

De lá, o plano era ir ao Parque Jorge Isaacs, perto do Hostel, e o fizemos caminhando, pelas ruas do centro de Cali, que esbanjam cores, artes de rua, arquitetura colonial e museus (mas já não deixavam entrar, pelo horário).

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Numa de cortarmos caminho, acabamos saindo num boullevard à beira do rio, super charmoso, ventilado e certamente um ótimo lugar para ir à noite.

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Mas o cansaço da viagem desde Santa Rosa já tomava conta da gente e decidimos voltar para o hostel, onde logo, logo já haveria festa (uhuu!) E a “rumba” do dia 30 foi no terraço do hostel! Conhecemos melhor os franceses Chabanne, Kevin, Louise e Juliette, ficamos encantados com a caleña Marieth e pudemos rever Marcela, nuestra amiga de Medellín que estava por lá. Conhecemos Jimmy e Christian, dois amigos dela que arrasaram na salsa, e que assim que chegaram instauraram a dança :p

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Fomos dormir umas duas da manhã  porque precisávamos estar preparados para a maratona que estava por vir, e que já, já você irá conhecer, rsrs.

Dia 31 de Dezembro

No outro dia, a ordem foi dormir até as 11h, Edu cozinhou porque eu estava morta, aí comemos tudo o que tínhamos para diminuir o peso das mochilas (só por isso, rsrsrs). Em seguida, foi aquela correria para conseguir todas as informações necessárias para a viagem da manhã posterior (na Colômbia, ao menos nas 5 em que estivemos, não é possível comprar passagens de ônibus por internet nem com antecipação: tem que chegar cedo e comprar no mesmo dia). Por isso, investigamos as companhias que faziam os trajetos e os seus preços.

Quando menos esperávamos, já era hora de nos arrumarmos para a festa de reveillón. A programação era passar a virada no hostel com a galera, depois ir ver os fogos de artifício na colina e dali para uma casa de show. Mas foi melhor do que isso, veja abaixo:

Estávamos arrumados e com malas prontas às 20h, o pessoal do hostel estava ao lado de fora conversando, e havia um violão no balcão. Claro que eu não resisti, né? Comecei quietinha tocando umas, pra não incomodar, pelas diversas nacionalidades, não sabia se iria agradar. Mas o alemão Georg, de repente, disse que ia trazer o violão dele do quarto para improvisar umas notas, desde então, tcharan: só sucesso! Edu puxou uma grade de cerveja pra batucar, Julies, da França, iniciou um beat-bop e David trouxe a escaleta. Super astral!

Madrugada de 1º de Janeiro

À meia noite, nos abraçamos todos, bebemos, e saímos de andarilhos à colina. Lá, se aproximaram os colombianos Alex e Juliana: ele estava tocando violão para ganhar uns trocados, e Edu que é a animação em pessoa falou que eu tocava também, Juliana quis escutar uma música de Cássia Eller, e lá fomos nós no Segundo Sol…Nisso, o grupo começou a se juntar e a ideia dos trocados parece ter desaparecido, porque o casal de amigos passou a madrugada curtindo com a gente!

Edu ainda pediu que ele tocasse salsa, puxou uma caleña pra dançar e eu chamei Fabián, um jovem estudante de publicidade de Cali. O restante chamou, que era hora de descer para a nightclub, fomos ‘na pegada do arrastão’, levando todo mundo rsrsrs. A meio quarteirão, tinha um carro com som e um monte de jovens dançando reggaeton. Todos os estrangeiros entraram na onda por alguns segundos e acabamos passando 3 horas ali!!  rsrsrsrsr.

Perto do amanhecer, fomos a um outro lugar, uma espécie de pub, onde dançamos mais um pouco e nos despedimos dos amigos que fizemos. A partir daí, foi andar até o hostel, tomar um banho rápido, pegar a mochila e partir, de virote mesmo, rumo ao próximo destino – uma aventura que você não imagina! Vem conhecer no próximo post! 🙂

ENTENTA TODA A AVENTURA:
O DESCONHECIDO NOS ESPERAVA EM SANTA ROSA DE CABAL – COLÔMBIA
CONHEÇA POPAYÁN – A CIDADE BRANCA
 As cores de Salento – Colômbia

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